Identificação de concepções de avaliação da aprendizagem, instrumento e procedimentos de avaliação mais utilizados na escola e critérios de atribuição de notas e de aprovação conforme análise do Projeto Político Pedagógico.
Após analisar o PPP (Projeto Político Pedagógico) do CIEP 305 – Heitor dos Prazeres, pude observar que o projeto está assentado sobre a concepção de avaliação que determina as bases para o ensino aprendizagem adotado pela escola. Essas concepções partem do princípio de que o conhecimento oferecido aos alunos deverá ser contextualizado e articulado, sendo útil à vida dos alunos e fazendo parte do seu cotidiano, ou seja, do contexto social em que vivem, assim como, o professor deverá avaliar sua própria ação educativa. Para que essas avaliações possam determinar o grau de aprendizado dos alunos e diagnosticar se há necessidade de reformulação do conteúdo oferecido pelo professor, serão necessários alguns critérios e procedimentos.
No que diz respeito aos critérios, o professor deve fazer, no mínimo, três avaliações ao longo do bimestre, avaliando as competências e habilidades dos alunos referente à disciplina dada, e que a cada avaliação seja aplicada uma prova de recuperação paralela, caso o aluno apresente dificuldades no processo de aprendizagem. Essas recuperações podem ser dadas através de atividades diversificadas oferecidas durante a aula, um plano de trabalho organizado pelo professor para estudo independente por parte do aluno ou outros recursos a critério do professor, desde que combinados com a equipe pedagógica.
Quanto ao procedimento, o professor deve empregar alguns instrumentos de avaliação, no entanto, o instrumento comum a todos os professores, e que deve ser aplicado no fim de cada bimestre, é a prova. Esta prova deverá valer no máximo 5,0 pontos. O Saerjinho também faz parte da avaliação e valerá no máximo 2,0 pontos. Os três pontos restantes poderão ser destinados a testes, pesquisas, trabalhos em grupo etc.
Um outro procedimento sugerido pelo PPP é que o docente estimule o aluno a fazer uma autoavaliação, sugere também que o professor submeta seu trabalho à avaliação dos estudantes, com a finalidade de renovar, reformular a sua forma de trabalho em sala de aula.
Os registros de todos os recursos avaliativos e as notas obtidas, inclusive as recuperações e procedimentos deverão ser anotados no diário de classe, sob os cuidados do professor.
No fim do ano, cada docente deverá apresentar, ao Conselho de Classe, a avaliação global de cada aluno por série e turma, porém só ao Conselho de Classe cabe definir a promoção.
Caso o aluno fique retido em duas disciplinas, deverá obter uma aprovação no regime de progressão parcial, precisando fazer dependência.
De acordo com a Portaria 419/2013, a avaliação de dependência deverá ser realizada ao fim de cada bimestre. Caso o aluno consiga a sua aprovação, no 1º bimestre, estará liberado; caso contrário, ao final do 2º bimestre, deverá receber outra avaliação, o que poderá se repetir até o 4º bimestre ou até que ele alcance o resultado mínimo (50%).
O critério de aprovação do aluno estará a cargo do professor. Casos omissos serão assumidos pela coordenação com apoio dos planejamentos de dependência dos professores da disciplina em questão.
Outros procedimentos que cabem ao professor é acompanhar a dependência do aluno, que ele indicou para progressão parcial, entregar no início do ano letivo seu plano de curso e planejamento de dependência com os instrumentos avaliativos, divulgar as datas de realização das avaliações e preencher o relatório com os resultados de cada aluno em regime de progressão parcial.
Quanto à coordenação pedagógica, cabe a ela divulgar a lista dos alunos em Progressão parcial, entregar o plano de estudo de dependência aos alunos, orientar os alunos a procurar seus professores para realização da avaliação, receber os resultados das avaliações e os relatórios finais entregues pelos professores e atualizar as atas de dependência.