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Horário 2015 - Língua Portuguesa e Literatura

07/01/2015 06:02

Horário das aulas de Língua Portuguesa e Literatura

 

Horário

Segunda-feira

Terça-feira

12:50 / 13:40

3007

3005

13:40 / 14:30

3007

3005

14:30 / 15:20

3005

3006

15:20 / 16/10

3005

3006

16:30 / 17:20

3006

3007

17:20 / 18:10

3006

3007

18:15 / 19:00

3009

3010

19:00 / 19:45

3009

3010

19:45 / 20:30

3008

3008

20:30 / 21:15

3008

3008

21:15 / 22:00

3010

3009

22:00 / 22:45

3010

3009

 

Avaliação da escola conforme Projeto Político Pedagógico

07/01/2015 02:46

Identificação de concepções de avaliação da aprendizagem, instrumento e procedimentos de avaliação mais utilizados na escola e critérios de atribuição de notas e de aprovação conforme análise do Projeto Político Pedagógico.


 

Após analisar o PPP (Projeto Político Pedagógico) do CIEP 305 – Heitor dos Prazeres, pude observar que o projeto está assentado sobre a concepção de avaliação que determina as bases para o ensino aprendizagem adotado pela escola. Essas concepções partem do princípio de que o conhecimento oferecido aos alunos deverá ser contextualizado e articulado, sendo útil à vida dos alunos e fazendo parte do seu cotidiano, ou seja, do contexto social em que vivem, assim como, o professor deverá avaliar sua própria ação educativa. Para que essas avaliações possam determinar o grau de aprendizado dos alunos e diagnosticar se há necessidade de reformulação do conteúdo oferecido pelo professor, serão necessários alguns critérios e procedimentos.

No que diz respeito aos critérios, o professor deve fazer, no mínimo, três avaliações ao longo do bimestre, avaliando as competências e habilidades dos alunos referente à disciplina dada, e que a cada avaliação seja aplicada uma prova de recuperação paralela, caso o aluno apresente dificuldades no processo de aprendizagem. Essas recuperações podem ser dadas através de atividades diversificadas oferecidas durante a aula, um plano de trabalho organizado pelo professor para estudo independente por parte do aluno ou outros recursos a critério do professor, desde que combinados com a equipe pedagógica.

Quanto ao procedimento, o professor deve empregar alguns instrumentos de avaliação, no entanto, o instrumento comum a todos os professores, e que deve ser aplicado no fim de cada bimestre, é a prova. Esta prova deverá valer no máximo 5,0 pontos. O Saerjinho também faz parte da avaliação e valerá no máximo 2,0 pontos. Os três pontos restantes poderão ser destinados a testes, pesquisas, trabalhos em grupo etc.

Um outro procedimento sugerido pelo PPP é que o docente estimule o aluno a fazer uma autoavaliação, sugere também que o professor submeta seu trabalho à avaliação dos estudantes, com a finalidade de renovar, reformular a sua forma de trabalho em sala de aula.

Os registros de todos os recursos avaliativos e as notas obtidas, inclusive as recuperações e procedimentos deverão ser anotados no diário de classe, sob os cuidados do professor.

No fim do ano, cada docente deverá apresentar, ao Conselho de Classe, a avaliação global de cada aluno por série e turma, porém só ao Conselho de Classe cabe definir a promoção.

Caso o aluno fique retido em duas disciplinas, deverá obter uma aprovação no regime de progressão parcial, precisando fazer dependência.

De acordo com a Portaria 419/2013, a avaliação de dependência deverá ser realizada ao fim de cada bimestre. Caso o aluno consiga a sua aprovação, no 1º bimestre, estará liberado; caso contrário, ao final do 2º bimestre, deverá receber outra avaliação, o que poderá se repetir até o 4º bimestre ou até que ele alcance o resultado mínimo (50%).

O critério de aprovação do aluno estará a cargo do professor. Casos omissos serão assumidos pela coordenação com apoio dos planejamentos de dependência dos professores da disciplina em questão.

Outros procedimentos que cabem ao professor é acompanhar a dependência do aluno, que ele indicou para progressão parcial, entregar no início do ano letivo seu plano de curso e planejamento de dependência com os instrumentos avaliativos, divulgar as datas de realização das avaliações e preencher o relatório com os resultados de cada aluno em regime de progressão parcial.

Quanto à coordenação pedagógica, cabe a ela divulgar a lista dos alunos em Progressão parcial, entregar o plano de estudo de dependência aos alunos, orientar os alunos a procurar seus professores para realização da avaliação, receber os resultados das avaliações e os relatórios finais entregues pelos professores e atualizar as atas de dependência.

Calendário: Ano letivo 2015 - Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro

16/12/2014 16:29

Estamos nos capacitando ainda mais para ajudar vocês, queridos alunos, em sua formação!!!! Pacto Nacional de Fortalecimento do Ensino Médio.

16/12/2014 14:40

Educação: experiência em sala de aula despertando autonomia

14/12/2014 17:02

Vivemos numa sociedade que saber ler é de suma importância para a vida. Tudo que nos rodeia nos remete à leitura. Para o aluno ter compreensão de tudo o que ele estuda, o que ele vive, ele precisa interpretar, compreender e solucionar. Por isso, saber ler não é somente unir palavras e frases, é preciso mais que isso, é necessário habilidade para compreender o processo da comunicação, de ler “entre linhas”. Por essa razão, o saber da língua materna vai colaborar na formação de cidadãos reflexivos, questionadores e críticos da sua realidade. A língua, como instrumento de libertação, vai levar o estudante a compreender melhor o mundo em que ele vive, vai levá-lo a construir sua própria identidade e contribuir com a formação da sociedade. Ele precisa ter o domínio da língua, porém, a língua não se resume à formalidade. Ela é viva, criativa e faz parte da experiência individual e social de cada um.

Atuando como professora de Língua Portuguesa e Literatura, procuro enriquecer minhas aulas com textos ilustrativos que mostram situações significativas da vida dos alunos, incluindo experiências reais. Essa prática aliada ao diálogo em sala de aula, ao debate em grupos vai propiciar momentos de questionamento, reflexão e trocas, levando o estudante a desenvolver sua autonomia intelectual, criando capacidade de resolver seus próprios problemas e de encontrar suas próprias soluções, contribuindo ainda mais para mudanças não só em si mesmo como no meio em que vive.

Infelizmente, essa prática da leitura deveria ser motivada na família, ainda quando criança, mas o que vemos, na realidade, são jovens que não sabem interpretar o que estão lendo. Que chegam ao colégio sem qualquer motivação ou desejo do contato com os livros. Por isso, o trabalho do professor se torna mais complexo. O professor precisa seduzir o estudante e, para isso, deve oferecer uma leitura mais simples, mais dentro da realidade do aluno e, aos poucos, motivá-lo a ter contato com textos mais complexos como, por exemplo, os clássicos, fazendo da leitura um prazer e não uma obrigação, até que o aluno vá se descobrindo, se encontrando dentro desse mundo como um agente questionador. 

A Literatura, por sua vez, tem o poder de mexer com os sentidos, despertar o valor estético, o valor ético, as emoções, os valores morais e fazer do estudante um indivíduo completo na forma de analisar, criar e transformar tudo ao seu redor.

É com essa experiência na escola, sendo em sala de aula, ou em qualquer outro espaço, que eu busco, como professora, aliar o conhecimento teórico à pratica vivida por cada um dos meus alunos, levando-os a ocupar um lugar representativo dentro do universo em que eles já vivem, porém, de forma atuante e transformadora.

 

Cláudia Marques

Carta aberta aos meus alunos

14/12/2014 16:36

Queridos alunos,

 

Há alguns anos, venho refletindo sobre a minha atuação como professora em sala de aula. A cada ano, sinto a dificuldade aumentar, Sinto que vocês não mais recebem o conhecimento com tanto entusiasmo como há anos atrás, então me questiono: o que eu posso fazer para que esse conteúdo que eu levo aos meus alunos possa ser instrumento de motivação e crescimento para toda a classe? Acredito que cada um que vem para a escola, vem cheio de expectativas, de desejos de adquirir um conhecimento que o desperte para a vida, que o possibilite ver o mundo de uma forma diferente, de uma forma crítica, de poder superar desafios. Acredito que cada um de vocês vem em busca de um conhecimento libertador, que os prepare para a vida fora da escola, que possa lhe proporcionar informações para adquirir uma boa oportunidade de emprego, uma vaga na universidade e de serem inseridos nesse mundo como cidadãos participativos, sabendo tomar as decisões certas nas horas certas. Vejo isso na forma como vocês falam de seu sonhos, nas experiências que trazem para a sala de aula, na forma de se comportarem, de se comunicarem, de mostrarem as suas ansiedades, na busca de serem queridos. Sei que cada um de vocês  traz uma realidade, e sei que a realidade pode não ser tão promissora e muitas vezes é uma grande pedra em suas vidas, o que me faz querer estar mais próxima para poder acharmos juntos um caminho que não os afaste da escola. Por outro lado, fico tonta com as transformações tecnológicas, e muitas vezes me pego ainda nos velhos conceitos, como se esses conceitos ainda fossem instigadores para vocês. As mudanças me assustam quando percebo que elas têm poder maior que o meu de motivá-los e envolvê-los numa aventura fantástica de conhecimento. E me sinto até culpada quando percebo que todo esse mundo tecnológico também pode trazer valores distorcidos, armadilhas e perigos, e que eu poderia estar inserida nele, mostrando a vocês como utilizá-lo para seu crescimento intelectual e cultural, no entanto ainda tenho resistências. É nesse momento que eu vejo o quanto é importante que essas transformações também aconteçam em sala de aula. Reconheço que ainda estou me acostumando a elas e eu me sinto triste por não poder competir com elas. Algumas vezes me torno ríspida, repreendo vocês, peço para guardar o celular, tirar o fone do ouvido e fazer silêncio, mas, na verdade, todos esses mecanismos poderiam ser usados para melhorar a forma  de comunicação e aproximação entre mim e vocês. De certa forma, até me arrisco, quando peço a vocês para buscarem na Internet, em seus celulares, um texto para ilustrar nossas aulas, e vejo que também encontro obstáculos no emprego dessas tecnologias em sala de aula – ora a internet não dá sinal, ora alguns alunos ainda não possuem celular com Internet, o que acaba não surtindo o efeito esperado. Mas, apesar de tudo isso, o que eu quero lhes dizer é que estou mudando. Estou mudando o meu jeito de ver as novas transformações e, também, de olhar as suas necessidades e de buscar na realidade de vocês o material que vai tornar nossas aulas mais dinâmicas, mais produtivas. Por isso, eu convido vocês a mudarem também. Sei que posso confiar em vocês e preciso que vocês confiem em mim. Tenho certeza que juntos, sem culpa, elevaremos o nível da educação na escola. Eu sei que sozinha não poderei fazer muita coisa, mas, se vocês me derem a mão, juntos poderemos ultrapassar essas barreiras e encontrarmos um ponto em comum para crescermos como seres humanos solidários, participativos, criadores e transformadores, contribuindo para uma sociedade mais justa, igualitária e pacífica. E esse ideal que buscamos só acontecerá a partir da troca e do diálogo.

Conto com vocês!!!

Um forte abraço.

Professora Cláudia Marques

Escola, mudanças e educação

19/11/2014 08:17

Escola, mudanças e educação

Ao chegar na escola, o estudante vem carregado de inúmeras expectativas. Espera obter o conhecimento que vai lhe abrir novos horizontes e orientá-lo em sua formação, acrescentando e até reformulando a forma de como ele vê o mundo. De certo que conceitos antigos não fazem mais parte de sua vivência.

Por outro lado, nós professores estamos confusos com tantas mudanças na educação e na sociedade em geral.  Os valores são diferentes, a forma de pensar dos jovens também mudou, assim como o mundo em que eles estão inseridos. Nós professores ainda estamos pautados na formação que recebemos há tanto tempo atrás. O currículo escolar, no meu ponto de vista, é confuso. Ele traz assuntos irrelevantes para a vida prática do aluno e é insuficiente para a vida intelectual. A forma como somos impelidos a cumprir o currículo mínimo não nos deixa tempo para abrirmos espaço a projetos mais relevantes. Mesmo com as modificações que estão acontecendo, a escola está longe de cumprir com o seu papel transformador, o que acaba por afastar os jovens do que poderia ser uma educação criativa e de formação integral.

Hoje temos o mundo nas mãos, e esse mundo vem com todas as oportunidades de nos tornarmos pessoas informadas e intelectualizadas, entretanto, vem também com muitas armadilhas que podem nos conduzir a falsos julgamentos.

Eu vejo que a família deveria ser a base da educação e da formação moral e intelectual do jovem; e a escola, a grande mediadora. Infelizmente isso não acontece em ambas as partes. A família, por diversas questões estruturais, não cumpre com essa responsabilidade. Por outro lado, a escola acaba por exercer não só a tarefa de mediar o conhecimento, como também educar. E como já foi dito, a escola ainda precisa de muitas mudanças, e mudanças rápidas!!!

Mas existe também um outro fator que impede que o conhecimento obtido na escola seja realmente um agente de transformação para o aluno: os entraves na utilização das novas tecnologias. Aí vamos ter duas vertentes. Uma é a infraestrutura da escola; muitas não têm computadores que atendam a todos os alunos, com um sistema de computação que todos possam dominar, assim como vários alunos também não têm acesso ao computador em suas casas; outra é o professor, que ainda é resistente a essas tecnologias. As novas tecnologias da informação, que foi uma das maiores descobertas no século XX, neste século parece que entrou na escola e principalmente na sala de aula, sem pedir licença. Através dos celulares conectados à Internet, ela tornou-se uma pedra no caminho de todos nós, professores, travando verdadeiras batalhas em sala de aula. No entanto, essa pedra no caminho não é para ser chutada. Devemos usá-la como nossa aliada, como instrumento que permitirá viabilizar o trabalho em sala de aula, motivando os jovens. Mas para isso, o professor precisa romper as barreiras que o impedem de aceitar o que é novo, e a escola precisa se estruturar para isso.

E para completar, temos que ser ainda mais realistas. Não é só a dificuldade encontrada por nós professores que inviabiliza o processo do ensino-aprendizagem. Outro fator de grande importância são as bases da construção desse processo, ou seja, a valorização do profissional, através do salário digno, o qual possa atender as nossas necessidades tanto no campo pessoal, que é a saúde física e mental, quanto no olhar atencioso para a formação e o aperfeiçoamento profissional. Chega de reflexão e vamos partir para a prática!! Só assim a Educação poderá sair do papel, transformando nossos jovens e os tornando cidadãos críticos e agentes de mudanças para uma sociedade muito melhor.

 

Cláudia Marques

                                                                                                                                                                                 

 

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28/10/2014 18:43

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